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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Paranormal



Agora ando numa de teatro...
Descobri que esta peça estará em cena no Teatro Mundial em Lisboa. Estou tentada em ir ver. Será que é bom? Valerá a pena?

Aqui está um pequenito resumo do que anda por aqui na net: "(...)«O Paranormal» é uma pessoa sensitiva, que está na sala de teatro e pede às pessoas para pensarem nas pessoas que desaparecem. "Esta ideia surgiu ao Miguel [Falabella] depois de ler um texto da Cruz Vermelha a dizer que o número de pessoas que desapareciam era maior do que as vítimas mortais das catástrofes naturais. E ele ficou a pensar para onde iriam estas pessoas. Porque há pessoas que desaparecem e passado anos aparecem mortas, mas há muitas que desaparecem e começam uma vida nova noutro sítio. E a ideia dele foi essa. Pessoas que procuram outras pessoas". E o actor acrescenta: "De repente há uma pan-cósmica e é a loucura, porque depois o paranormal já não tem mão naquilo e as personagens começam a ter vida própria e a contracenar umas com as outras". Ao todo, a peça tem 15 personagens, todas representadas por Monchique.(...)". Artigo completo em

http://culturanoporto.canalblog.com/archives/2007/05/15/4963102.html

Vou pensar nisso. Até porque cada bilhete custa à volta dos 20€ e cá o "Je" só pode ir no final do mês.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Hamlet



Tive um fim de semana lúdico. Sexta fui ver "Os melhores sketches dos monty python" e Domingo mudei o estilo e fui ver "Hamlet" com Diogo Infante, Albano Jerónimo, Alexandre Lopes, Ana Lúcia Palminha, Carlos Paulo, João Ricardo, João Tempera, Fréderic Pires, Jorge Andrade, José Pedro Caiado, Miguel SErmão, Natália Luiza e Raúl Oliveira.
Muitas coisas já devem ter sido ditas e escritas sobre a peça, mas é de louvar a interpretação de todos que nos guiam na viagem da história e nos prendem à trama, apesar de já ser conhecida a história...
Só tenho um reparo. As cadeiras eram desconfortáveis. Compreendo que a ideia era a de criar um anfiteatro. Até aí tudo bem, mas as cadeiras onde fiquei...Meu Deus! Saí de lá com as pernas dormentes. Isto porque o espaço entre os meus joelhos e as costas do indivíduo que estava à minha frente era exíguo. Se ele fizesse uma pequena pressão que fosse nas costas empurrava-me os joelhos e olhem que ele fez várias vezes (Coitado! Também se sentia desconfortável). Isto sem falar na senhora do lado. Estava tão perto dela que lhe sentia o hálito. Assim, espremidinha, vi a peça toda mas saí de lá toda "partida"...
Tirando isso ADOREI.
Aliás, qualquer coisa que seja feita pelo Diogo Infante é boa. Ele imprime-lhe litros de bom gosto e de perfeição.
Bom, mas isto já estou eu a ser tendenciosa porque gosto muito do actor. Aliás, se me tivesse que ficar de pé para o ver durante duas horas e qualquer coisa, eu ficava na boa!